João Magueijo

26 02 2011

João Magueijo, nascido em 1967, é um físico Português formado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Este cientista português, apesar de ser pouco reconhecido em Portugal, é uma grande figura da Física da Inglaterra. Lá, o cientista é integrante do Grupo de Física Teórica do Imperial College, em Londres.

Actualmente, o Físico lecciona Física Teórica no Imperial College de Londres.

Através da intensa investigação por ele conduzida, Magueijo formulou e fundamentou uma teoria – A teoria VSL (Teoria da velocidade da luz variável). Esta teoria pressupõe que a velocidade da luz nem sempre foi constante, ou seja, questiona a teoria da relatividade geral do grande Einstein, pondo assim em causa a veracidade de um dos pilares básicos da Física moderna.

Na próxima publicação, será feita a abordagem a esse mesmo assunto. Explicaremos a teoria que Magueijo defende e ainda os argumentos que a sustentam.

Desejamos um bom fim de semana aos nossos leitores.


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3 responses

26 02 2011
Felipe

A física sempre nos surpreendendo! Fascinante! To aguardando o resto da história…:)

26 02 2011
A Origem

É verdade, a ciência não tem limites! Talvez seja isso o que faz dela tão interessante! O post (continuação) deste será feito no domingo às 00:00h. Obrigada por nos seguir!

15 04 2011
Ronald Fries

faltam as formulas, o blog não quer…e falta também a correição gramatical, desculpa!

O MISTÉRIO DA GRAVIDADE E OS PROBLEMAS DECORRENTES DA SUA POSSÍVEL SOLUÇÃO

1. Por que o mistério da gravidade tem que ser resolvido?
Gravitação, como tal, é um campo de energia de força poderosa e tem um efeito de aceleração em todos os corpos que se encontram nela. Todos os campos de força são fisicamente (corretamente) definidos como campos de energia e são, portanto, uma forma de energia. Várias pesquisas operando a nível internacional tentam obter energia tecnicamente utilizável desses campos. Um campo gravitacional é um espaço 3-dimensional, pesquisadores independentes marcaram uma série de termos como energia do espaço o campos de energia. Este trabalho não é reconhecido por uma parte do ensino médio da física e também é questionável porque não é justificável em bases teóricas e matemáticas corretas, mas em grande parte baseada em especulações e conjecturas. No decurso destes estudos, de opinião do autor, da idéia de princípio incorreto: querem “extrair” a energia diretamente do campo gravitacional natural da Terra. Esta idéia pressupõe o princípio de que você entenda exatamente que causa a gravitação, e como o seu modo exato de ação funciona. Esse entendimento ainda não existe, e, portanto, deve primeiro ser resolvida a enigma da gravitação, até mesmo para a elaboração de uma base científica adequada para desenvolver
sistemas de conversão de energia adequados.

Basicamente, é possível utilizar a energia de campo gravitacional natural, não importa se é terrestre o de outro planeta, e convertê-la em formas tecnicamente útil. Os resultados estimados, no entanto, são tão pequenos que os efeitos – até mesmo para pequenas casas uni familiares – são discutíveis. O entendimento do efeito da gravidade não é impossível, porém, não será fácil, mesmo para os físicos profissionais para compreender este modo de ação. Tento, portanto, formular estas declarações as mais compreensíveis possíveis. O objetivo das explicações é a possibilidade de desenvolver, com uma representação concreta de um campo gravitacional em forma matemática e geométrica e suas definidas propriedades físicas, possíveis sistemas de conversão de energia. Não é retirar energia de um campo gravitacional natural, mas sim em campos gravitacionais produzidos tecnicamente e converter o efeito da aceleração em formas de energia tecnicamente utilizável.

A base física para isso, entretanto, não são quaisquer idéias fantásticas de “energia livre”, como eles estão circulando amplamente na internet. A base é, apesar das imensas críticas das teorias correntes (!), mas em teorias físicas muitas vezes incompreensíveis. No interesse da inteligibilidade não vamos entrar em detalhe. Para o entendimento geral, apenas vou explicar a mais simples distensões entre referência de sistemas inerciais naturais e técnicos que desenvolvem A base fundamental da física relacionada com a energia é conhecida por quase todas as pessoas, é a equação básica.

E = mc2

Assim, a energia da matéria em movimento é descrita e é conhecido que todos os planetas se movem no Universo. Os planetas são grandes com massa (m) de valor numérica muito grande. Sua velocidade é (do ponto de vista da Terra), muito pequena. Exatamente o inverso é certo para sistemas inerciais. Em contraste com os naturais, são muito menores e têm uma massa tão pequena (m), pelo uma velocidade um bilhão de vezes maior. No entanto, em ambos os casos, o seu conteúdo e densidade de energia, são os cruciais tamanhos dos campos gravitacionais. Antes de todo, a densidade de energia em áreas geradas tecnicamente, é milhares de vezes maiores do que a natural e essa energia cinética pode ser descrita com precisão matemática. Comparativamente, o princípio pode ser representado em números simples:

m= massa c=velocidade

E = 10’000 (m) x 0,1 (c)2 = 100 raio de campo muito grande milhões de km, com densidade de energia muito baixa.

E = 1 (m) x 10 (c)2 = 100 raio de campo máximo. 2m muito pequeno, com densidade energética muito elevada.

Em tal sistema técnico de inércia, como exemplos das formas naturais de movimento dos planetas da real natureza, as forças inerciais geradas são à entrada de energia, o que se pode usar, mas não a 100%. Novamente, há uma eficiência realista é, dependendo do tamanho e design do sistema, se situa entre 25% e 65%. Não é uma máquina de movimento perpétuo, certamente, mas o efeito mais interessante é que esses sistemas de forças inerciais (são conhecidos há milhares de anos como forças da natureza!) convertidas em formas úteis de energia não precisam de combustível! Exatamente essa possibilidade, ou seja, converter forças inerciais em forma de energia utilizável é absolutamente recusado pela física escolar até hoje. Aqui, o uso das forças da natureza resultando da gravidade é conhecido. A energia hidroelétrica, a eólica, a vida na Terra não seria existente sem a gravidade! A corrente física escolar tem problemas apenas com a apresentação correta, e compreensão, da gravitação.

2. O problema da compreensão da física

Pelo menos nos círculos profissionais é sabido que a gravidade, a sua causa e sua natureza, é um dos maiores mistérios da física teórica. Essa razão é mais do que suficiente para questionar por que é assim. De acordo com várias revistas acadêmicas de física, esse fato é conhecido por todos os físicos do mundo inteiro. O mais incrível que pareça, é a resistência a amontoar-se quando alguém tenta resolver este enigma seriamente. É combinado com o fato de que é associado a uma possível resposta a sérios conflitos com importantes fundamentos teóricos da física. Isso levanta a questão de saber se os princípios teóricos conhecidos são realmente corretos. Oficialmente se considera que os fundamentos da relatividade, as teorias de Einstein, são as bases mais importantes pela investigação. Note-se que a física, como tal, afirma que estas teorias são absolutamente corretas e que elas são freqüentemente testadas e verificadas. No entanto, isso leva à pergunta de por que milhares de físicos do mundo inteiro, em muitas instituições de pesquisa, até à data não foram capazes resolver o mistério da gravitação? Ao mesmo tempo, se define corretamente que uma abordagem teórica não está disponível, mas que tem sido por muito tempo à procura
de uma solução.
Aqui os físicos teóricos tentam um ato de equilíbrio impossível que eles não podem suportar permanentemente. Uma parte dela depende claramente de muito sucesso, mas que foram alcançados sem as teorias de Einstein. Por outro lado, oferece uma maneira muito geral que, apesar dos esforços, não podou resolver a enigma da gravitação e ainda é o fato de que todas as teorias estão corretas? É pouco provável que a gravidade vai se adaptar às teorias humanas. E se nós não podemos descrever essas teorias com as atuais, devemos logicamente olhar para o erro das teorias conhecidas. Os representantes da física acadêmica não pesquisam, mas acusam a todos aqueles da pseudociência que apresentam criticas e soluções especialmente sob Einstein e suas teorias.
É verdade que muitas destas críticas, são muitas vezes incorretas e infundadas. Portanto, não há nenhuma razão para me criticar Einstein, porque ele tenha entregado uma lógica absolutamente correta, soluções, formulas e afirmações basicamente corretas. Minha crítica é direcionada aos representantes da física de hoje, que mudaram as equações de Einstein o (linearização = simplificação e retardização = redução). Com essas mudanças, eles nem viam as contradições lógicas que continha, é pouco credível, ou foram deliberadamente ignorados, só porque eles não tinham solução e, no entanto não tem! A Teoria Geral da Relatividade de Einstein é pelo momento a teoria mais avançada da gravitação e se os representantes da física teórica afirmam ter entendido esta teoria, por que eles então não resolveram o problema da gravidade? Este é, provavelmente, para a população em geral uma questão interessante e que revela em que crise de credibilidade a física teórica, como ciência, esta atualmente. A contradição lógica em que concordaram com as suas reivindicações impossíveis é revelada com a “lógica da teoria científica do conhecimento”. Este assunto, porém, não é física, mas a filosofia. O Representante mais destacado do mundo sobre este assunto foi Sir Karl Popper com o seu trabalho à data inigualável. Seu prefácio para citar uma palestra em 1981, em Suíça:

Os dias passaram, quando a ciência acreditava sem reservas que os seus resultados foram aceitos como verdades incontestáveis. A disciplina profissional para ajudar a recuperar a confiança perdida, é a filosofia da ciência. Ela questiona as perguntas.

Agora este obra não é muito fácil de entender, muito difícil de ler e não é uma leitura para todos. Como é óbvio, mas também os acadêmicos, especialmente os físicos têm problemas significativos com essa lógica, que está diretamente relacionada ao seu trabalho. Em contraste, a resistência massiva da física acadêmica em geral contra as críticas especificamente corretas dos seus fundamentos teóricos não pode ser entendida nem aceitada. Isso afeta não só as teorias de Einstein, mas também e acima de tudo as leis do movimento onde essas teorias são baseadas. Bem que a evidência é apresentada para reduzir este ao mais geral possível, eu não consigo desistir de equações e, no entanto, me limito ao absolutamente necessário. As complexas questões de detalhe podem unicamente ser debatidas com acadêmicos devidamente qualificados. Permitam-me, portanto, pedir aos menos “físicos” de nossos leitores de concentrar sua atenção no texto. O objetivo é alargar as conexões, não só para acadêmicos, mas também para que as pessoas comuns alcançam
entender as explicações.

3. A idéia básica para o desenvolvimento de técnicas inerciais

O conceito básico de tais sistemas é baseado em um fenômeno sem explicação, mas para mais de 100 anos conhecido da engenharia mecânica. Trata-se do mistério da dupla rotação simultânea e porque não tem gasto energético para seu funcionamento (arrancar). Mas isso só vai parecer, para muitos leitores, ser impossível, uma vez que todos os alunos do ensino fundamental aprendem em aula de física, que quando você quer colocar “algo” em movimento precisa de uma força de tração. Mas você pode, com relativamente pouco esforço mecânico, construir um sistema idealizado por inércia que refuta essa opinião sem problemas. Para isso serão montadas em um eixo rígido, nas extremidades de um braço de alavanca, duas massas rotacionalmente livres. Essas massas redondas são bloqueadas com pequenas cunhas de madeira para que eles não possam girar inicialmente. Depois de acelerar este sistema por um motor elétrico, em torno do eixo central, se mede o consumo de corrente do motor. Então se para o sistema, se retira às cunhas de bloqueio para que as massas dispostas radialmente possam girar livremente e se repete todo o processo. Você vai notar que a quantidade medida de consumo de arranco é apenas uma fração da primeira medição. Para acelerar os dois corpos pesados não tomou nenhuma energia, mas apenas para a aceleração do braço de alavanca e o eixo central. Aqui, a maior parte justificado da energia utilizada é ainda o cosseno φ, fator de potência do motor (potência reativa). Assim, surge a questão de como é possível que possamos acelerar
corpos tão pesados sem energia?

Mas este efeito não é algo artificial. É um processo natural já conhecido por muitos. Esse efeito dinâmico pode ser demonstrado em três efeitos, que geralmente não são
associados.

• O lançador de disco é como o arremesso de peso um esporte olímpico conhecido. Estes atletas são pessoas poderosas, e dar-lhe um lançador de disco uma esfera de igual peso, nunca vai a jogar-la tão longe como o disco. Por quê? A bola não tem eixo de simetria e, portanto, não pode girar. O disco gira em vôo, mas por causa do momento angular dado pelo lançador ele não somente se “apoia” no ar, mas mudou de peso e gera um próprio pequeno
campo de força.

• Toma um frisbee. É muito leve e voa com rotação, como o disco, muito longe. As crianças precisam jogar com muito pouco esforço para deixar voar o frisbee. O fator determinante é a técnica de lançamento de disco. Agora dar este disco para um tipo musculoso e ele deve lançá-lo sem rotação, não vai chegar ate
uma distancia de 3m e vai falhar nesta tarefa.

• A beira-mar, crianças lançam pequenas pedras lisas com momento de rotação para jogar e contar quantas vezes saltam as pedras sob as águas.

Todos os três fatores são conhecidos e são completamente naturais e é também a base técnica para os sistemas inerciais, o que obviamente não são tão simples. Todos estes efeitos são baseados nas leis giroscópica. Esta é também uma das demonstrações de Einstein: Todo corpo rotativo movido em um campo gravitacional, gera pela sua própria rotação seu próprio campo gravitacional. Outra vez ele tem toda a razão! O mesmo vale para a nossa Terra. Ela se move em rotação no campo gravitacional do Sol, por cada 24 horas sobre seu próprio eixo. Ao mesmo tempo ela gira, mas em um ano em torno do sol. O que é irreal? É só assim e ninguém neste mundo pode negá-lo! Há claramente uma dupla rotação simultânea como no acima descrito sistema técnico inercial. Ambos são praticamente idênticos e
diferem apenas no tamanho.
Há tais equações cientificamente reconhecidas por inércia. A base se relaciona sob o centro de gravidade é dizer na taxa de pulso e as equações de segundo ordem de Lagrange e que a conclusão que a energia cinética de rotação neste sistema é zero. Com este também se refutou a lei da inércia (Newton 1°axioma)! Pois se os corpos realmente têm uma energia cinética, eles também levam energia cinética e precisamos energia para acelerá-os. Posso enviar as equações correspondentes a todos os profissionais interessados, incluindo a fonte (Academy of Sciences). Isto leva as
questões de física acadêmica, que até agora não respondeu:

• Como se pode afirmar adiante o mundo e todos os alunos ou estudantes, a validade absoluta e correção das equações, cientificamente reconhecidas da lei da inércia e simultaneamente refutar, com formulas reconhecidas, essa mesma lei?

• Quando os corpos não têm, apesar da alta velocidade, energia de rotação, e nenhum momento de inércia, eles tampouco têm massa? Mas eles estão lá e
claramente visível para todos os spectadores.

• Se esses corpos não têm momento de inércia, massas pesadas e inerciais não som como definitivamente afirmado iguais, porque cada um desses, pesado antes da instalação, indica exatamente qual é sua massa.

Até à data, não se resolveu o mistério como o mistério da gravidade. Não se trata de dois quebra-cabeças, mas só um! Segue a pergunta por que tudo isso é assim. A solução reside na inércia do referido corpo. Com a aceleração do sistema intervem sob ele a bem conhecida força de aceleração de Coriolis, esta mesma obriga a auto-rotação; a razão é o raio de giro e a taxa de deslocamento de Steiner. Com esta auto-rotação desenvolveu-se uma segunda força centrífuga não agindo sobre o eixo central, mas em seu próprio eixo de rotação, para compensar a força centrífuga em torno do eixo central. Deve-se ressaltar, no entanto, que este é apenas o princípio de base muito simples e não uma guia para amadores para construí-lo.
Atenção! Tais sistemas têm imensos poderes e que não domina e calcula exatamente
essas forças, não deve realizar esses experimentos.

Em tecnologia inercial, o eixo central não é a unidade motriz, mas a saída da energia. Isso resulta do efeito de espelho das forças inerciais, especialmente difícil de imaginar e compreender. Aqui são os corpos radiais em torno do eixo central o sistema de movimentação e geram um torque sob o eixo central. O efeito já é bastante conhecido e também na teoria da relatividade especial, Einstein descreveu a eletrodinâmica dos corpos em movimento. É muito simples, trata-se de um motor de corrente contínua, mas não tem comutador. Isso só vai aparecer para cada engenheiro elétrico completamente inacreditável, porque um motor de corrente contínua (motor comutador) sem inversor de pólos é difícil imaginar. Este é completamente diferente com novas funções e princípio de design, mas sem ferir as regras da engenharia elétrica. Este motor só precisa começar a projetar o fluxo de velocidade a partir do exterior (baterias de carro) e gera internamente a uma velocidade nominal sua própria energia elétrica Sob as leis atuais da física seria absolutamente impossível,
e realmente um impossível “Perpetuum Mobile”!

Que isso é tão difícil de entender está de volta nas leis da física, especialmente na definição de o que é energia e as formas em que ela ocorre. A gravidade é claramente uma forma de energia, mas ainda não é tecnicamente disponível. É mais difícil na definição da conservação de energia, na forma como é comumente ensinado. Pois ele está em total contradição com as afirmações da física teórica, que a soma de todas as energias do Universo é zero. Como é bem sabido que a Terra é de fato uma parte deste Universo e aqui a soma de toda a energia é só 1 de acordo a equação da energia!
Pergunta: Como pode, no sistema global do Universo, a soma das energias ser igual a zero, enquanto aqui na Terra que faz parte deste sistema, é um?
Resposta: Não existe uma soma de 1, tampouco de zero!

Explicação: O conteúdo da declaração do movimento de conservação de energia é absolutamente correto. A causa dos problemas na compreensão reside em sua redação! A forma conhecida é uma equação de balanço e que descreve a soma de todas as energias convertidas em um processo físico aberto. O Universo, no entanto, não é um sistema aberto, mas um processo fechado em que todos os tipos de energia se transformam continuamente em matéria o em energia. A distinção é feita não só em energia positiva de expansão e negativa de contração (processos de contração, formação de estrelas), mas também na matéria com carga positiva e quantidades muito pequenas de matéria com uma carga negativa. Se os dois se encontram aniquilam-se e permanece radiação, esta também é uma forma de energia. Por isso, não pode existir um soma de todas as energias, mas o quociente de energia positiva e negativa. Ambos são reais, já existentes, mas nunca do mesmo tamanho! E assim surge a partir de duas sempre um quociente inferior a 1 e maior que zero. A assim, de fato, há a física teórica, conhecida por muitos anos, mas até agora ainda não conseguiu escrever a equação da energia como uma equação de relação e não como
uma equação de balanço.

Aqui é muito complicado, porque é preciso considerar tanto as leis da mecânica de engenharia e os fundamentos teóricos de Einstein. Ambos contêm detectáveis deficiências significativas ou más interpretações errôneas. As leis dos movimentos de Newton estão utilizadas hoje na engenharia mecânica e também são a base das equações de Einstein. Esta mecânica clássica, em sua forma ampliada e completada, é a base como tal para descrever matematicamente, geometricamente e fisicamente a gravitação. Aqui, as equações desenvolvidas não são tão complicadas como as de Einstein. Eles não incluem integrais, diferenciais, ou logaritmos. A maneira puramente algébrica permite entender provavelmente a todas as pessoas (engenheiros, técnicos, etc.) que tem uma formação profissional concluída. Uma cooperação com os físicos só pode ser benéfico para todo o mundo, também para o desarrolho de maquinas de alta tecnologia.

4. Engenharia Mecânica (EM)

Sem falar da resistência dos materiais, a engenharia mecânica tem 4 áreas: estática, cinemática, cinética e dinâmica. As definições figuram em cada livro. Mesmo com a estática existe um conflito fundamental, para um sistema de repouso com a velocidade absoluta do zero não existe no Universo. A estática refere-se apenas de ter corpos, em seu sistema de referência, com uma diferença de velocidade de zero. Por isso mesmo acrescenta a teoria pela definição de sistemas de descanso forças fictícias compensatórias apenas para forçá-lo ao repouso. Resulta no cálculo da energia cinética o zero desejado porque um sistema de repouso não tem movimento! No entanto, a tarefa é de calcular com precisão o sistema inercial com movimento definido e velocidade, e sem a adição de forças fictícias para impor um sistema de repouso. Exatamente este sistema ao repouso é pura fantasia da parte de física teórica. Todo corpo está se movendo na superfície da Terra, juntamente com a Terra. Portanto, não se podem conseguir resultados corretos. O sistema de referência é de fato a superfície do sistema inercial “Terra” e ela gira!
Unicamente o eixo do corpo é a referência correta, pela Terra o superordenado eixo de referencia é o eixo do Sol. Eixos de referência são sempre sem massa!

Outro problema é a cinemática. Ela descreve as trajetórias de partículas ou de corpos no espaço. Como, então, é a cinemática da Terra em sua órbita ao redor do sol? Em cada livro, os alunos vêem como apenas círculos e os estudantes ainda podem ver elipses onde o Sol está em foco. Como se, desde Kepler e Newton, nenhuma informação nova fosse demonstrada. Pela física acadêmica é conhecido há muitos anos que o Sol se move em sua órbita com uma velocidade espacial de 19,41 km/s, e com ele todo o sistema solar com todos os seus planetas! Isto é absolutamente irrefutável, é estabelecido que as linhas das órbitas de todos os planetas têm órbitas elípticas, não circulares, mas são trocóideas clara e inequívocas. Resultam exatamente das simultâneas e várias velocidades dos corpos planetários, que nem a física o a astronomia, ate hoje, pode representar matematicamente. Porque com as trajetórias trocóideas acontece que os caminhos dos planetas são, na verdade, mais longe do que em uma órbita circular ou elíptico. Isso, no entanto, apresenta um problema insolúvel para eles, porque os períodos orbitais são constantes e por isso teria que resultar velocidades mais altas, mas também não estão! E pode-se calcular, o quanto quiser, o resultado não está correto em todos os casos. Sempre com resultados em tamanhos de erro inaceitável que você não pode explicar. Não todos os críticos da física teórica não hão entendido as teorias de Einstein. A questão é se todos os representantes da física teórica as compreenderam. Porque o problema aqui apresentado já foi conhecido durante a vida de Einstein. Exatamente por que Einstein,
em suas palestras, mais de uma vez observou. Citações originais:

“Se as nossas equações são certas entre si, eles não dão uma imagem correta da natureza. Mas quando nossas equações fornecem uma representação exata da natureza, elas não estão certas!”

Ele sabia exatamente onde ficavam as fragilidades de seus sistemas de equações e alarmo mais de uma vez outros teóricos. Quantos já pensaram sobre o significado do mistério de suas declarações? Esta é provavelmente uma das razões pelas quais nós não podemos calcular o comprimento real das trajetórias trocóideas apesar de que todos os dados necessários estão disponíveis! E apesar de conhecer de perto que nenhuma das elipses atual é fechada e, portanto, a rotação perihelica e a precessão geodésica são causadas. Não se podem calcular essas rotações com precisão, mas apenas medir a rotação do Mercúrio. Isso também pode ser calculado com absoluta precisão e prova-lo numericamente. Estas rotações podem ser calculadas com 100% de precisão, com base os valores das medições das forças conhecidas e não exige nem os valores de massa e da constante gravitacional! Estas trocóideas não são iguais para todos os planetas, mas relativas como tudo neste Universo. As suas formas geométricas, devido às simultâneas duplas velocidades, dependem do raio como também da relação da velocidade angular, e eles demonstram exatamente os efeitos desiguais da gravidade sobre os corpos planetários como sobre os corpos radiais em sistemas técnicos. Que o efeito energético de gravidade, como tal, está diretamente relacionado com a velocidade real, é conhecido por quase todos os físicos sérios. No entanto, infelizmente, podemos definir apenas as velocidades lineares (V) em m/s, mas não as que resultam de várias velocidades simultâneas. Na física, como tal, são apenas conhecidos os corpos compostos. Então, com velocidades e movimentos compostos não se pode fazer nada! a gravidade continua ser para sempre apenas um enigma que, com os métodos conhecidos de cálculo não é solucionável. Portanto, não é inventar uma nova matemática ou uma nova física, como alguns alternativos pretendem, mas desenvolver, no sentido exato dos métodos de cálculo e das fórmulas de Einstein, uma correta representação em si válida dos processos naturais e que entrega, baseado em fórmulas, verdadeiros resultados. O desenvolvimento de técnicas de sistemas inerciais se logra unicamente sobre a base de pesquisas, de formulas exatas. O efeito de aceleração de energia pode ser transformado a partir de campos gravitacionais técnicos, sem a utilização de combustível, em energia utilizável. Isto pode parecer para muitos uma ilusão, mas somente 30 anos atrás, ninguém pensou que um chip de computador teria vários Gigabytes!. Na verdade, existem efeitos e soluções tecnológicas que a comunidade internacional ainda considera como tecnologias extraterrestres e ainda acredita a tais absurdidades! Poderíamos fazer muito mais com novas técnicas, energia pelo usuário mais! O perigo de tais projetos é o desacordo com os interesses financeiros de grandes corporações e serão, portanto, provavelmente sabotados. Portanto, os desenvolvedores precisam de um apoio maciço de natureza política e de muitos cidadãos, com o objetivo de fazer a pressão política sobre os governos para resolver o problema energético e finalmente chegar à frente. Eles não devem entender como tais agregados funcionam em detalhes, também não sabem de um computador e usam-o de qualquer maneira. Mas eles entendem o objetivo, ou seja, fornecer energia a preços acessíveis para todos e ainda evitar o impacto ambiental das emissões de poluentes. Queremos um ambiente limpo e saudável, com ar limpo, água limpa, solo saudável, a conservação de extensas florestas e ainda energia limpa de baixo custo.
Não é boa idéia fazer pressão democrática sobre a política e a ciência?
Nós não estamos pedindo doações em dinheiro, mas chamamos a sua consciência política e responsabilidade que vocês têm para o futuro de seus filhos e gerações seguintes.
Neste sentido e para tal, a crítica das leis da física e da física teórica deve-se entender!

O teor de energia cinética da matéria em movimento é também descrito na EM (Engenharia Mecânica). Para os seus métodos de cálculo, o já dito também é correto. Mostrou-se finalmente a dinâmica do movimento da matéria atribuída à acção de forças. Aqui há a maior falha da EM. Que existem duas condições de equilíbrio estático é bem conhecido, mas um equilíbrio dinâmico durante o movimento é geralmente desconhecido dos físicos. No entanto, isto existe e é exatamente definido matematicamente. Mas este resultado é mais uma vez o problema do sistema de referência. Como já foi dito aqui o sistema de referência não é um corpo contendo massa, ou a sua superfície, mas o eixo central, livre, do sistema de referência. Ele corresponde ao eixo livre da definição giroscópica e aplica-se no reconhecido princípio
da covariância geral na física acadêmica:

“Todos os sistemas de referência são equivalentes”

Nos resultados da próxima seção resulta sob isto um outro aspecto. É apontar as mudanças de estado real da dinâmica de rotação, e provavelmente até as três primeiras são largamente desconhecidos. Há, no entanto, como na dinâmica rotacional e na termodinâmica cinco! Os físicos nem sabem da 4ª e 5ª alteração de estado da dinâmica rotacional! A termodinâmica descreve as mudanças de estado dos gases com pressão, temperatura e volume. A mudança de estado significa que apenas um,
enquanto duas ou três variáveis mudam de estado.

Na EM, até agora, são conhecidas apenas duas variáveis de estado. Difere apenas em formas de movimento de translação e de rotação. Um fato conhecido é que corpos o sistemas de múltiplos corpos podem colapsar o expandir. Ambos têm lugar na natureza. Uma supernova, por exemplo, é um corpo em expansão e o Universo conhecido como sistema de muitos corpos também está se expandindo. Ao mesmo tempo, causado pela contração das nuvens de matéria cósmica, se criam novas estrelas. E assim temos que juntar nas formas dos movimentos de translação e rotação as formas de expansão e de contração, surge agora a 4ª e a 5ª alteração de estado da dinâmica rotacional! Com estas alterações do estado, claramente demonstrável, resultam explicações para os fenômenos observados em astronomia,
mas que não estão explicável pela física atualmente!.

5. Perguntas para a Teoria da Relatividade Geral de Einstein (TRG)

Em contraste com seus muitos críticos, não é meu objetivo juntar mim a eles. Basicamente, nenhuma pessoa pode resolver, por si próprio, o problema da gravitação incluindo todas as “sub-perguntas”. Einstein prestou, sem dúvida nenhuma, solução correta e abordagem para a pesquisa. Ao mesmo tempo ele tem conhecido e esgrimiu claramente que as equações da TRG foram e são, até para ele mesmo, insolúveis. Isso é o que é conhecido da física acadêmica. Primeiro essas equações não são de Einstein por si só, mas também de David Hilbert, que também teria que enfrentar as críticas. E em segundo lugar, as equações que são ensinadas e propagadas são retardadas e linearizadas quando as equações originais não são muito linearizadas. Minha crítica não se destina o Einstein, mas a física acadêmica moderna e/ou seus representantes. O próprio Einstein assinalou que suas equações originais não podem
ser resolvidas. Citação original de Einstein, textualmente:

Equações de tais complexidades, tais como as equações do campo gravitacional, só podem ser encontradas com uma condição lógica matemática simples, com a qual determina completamente as equações ou quase. ”

Esta afirmação, absolutamente autêntica de Albert Einstein, demonstrou que foi clara, mesmo na primeira publicação nos “Analen der Physik”, o que representou uma solução para o sistema de equações já era impossível. Até à data, ainda não há um físico ou matemático no mundo que conseguiu encontrar ou formular esta condição matemática simples! E porque é assim, objetivamente e definitivamente, as possibilidades de uma solução são excluídas. Então surge a pergunta por que isso não é possível? A razão é que todo o sistema de equações da TRG é de equações matematicamente corretas, mas todas essas equações são representadas apenas por símbolos. Além da óbvia contradição lógica das relações físicas nessas equações não podem ser definidos e usados valores concretos numéricos. Então para que servem as equações que não podem ser resolvidas com valores numéricos? São portanto inutilizáveis se não fornecem um resultado. Não se pode representar e calcular um campo gravitacional. Isso tem causas que tem que ser justificadas as possíveis com exemplos concretos para deixar isso claro.

O ponto fundamental de partida é a equação básica da TRG e da equação da energia. Ela é chamada equação de energia, pois um campo gravitacional é apenas um campo de energia e só pode ser apresentado como tal!

Esta é a equação da energia hoje linearizada, na forma como é ensinada. Além disso, ainda há a equação original de Einstein.

Rca – ½ Rgca = -X Tca

A diferença está no lado direito em um ponto “imensamente” importante que se destaca da equação linearizada. A grafia ligeiramente diferente e o fato de que Einstein uso nas originais letras do latim em vez de símbolos grego não é importante. A diferença importante é o Kappa (k), símbolo usado atualmente, e no original é o Chi (X) à direita do sinal igual. Ambos têm valores numéricos muito diferentes, então a questão é de saber se hoje o aprendido ou a forma original é uma verdadeira equação
Uma deles é, certamente, uma desigualdade!

Qual é a fonte dos tamanhos de ambas? Comparamos ambas:

O tamanho do kappa é chamado constante de Einstein e no numerador da fração temos ao número pi (círculo), a constante gravitacional (G), 2 tamanhos definidos como constantes absolutos. O resultado de 8 a derivação no contexto resultando da analogia da lei de Coulomb da eletrostática, surgem duas outras grandes contradições. Mas o primeiro ponto e o mais importante do conflito e segue da premissa bem conhecida e muito usada de Einstein: “Nada é absoluto, tudo é relativo!” Em conexão com o tamanho original de Chi, a questão de saber se a TRG é realmente uma teoria da relatividade, ou mais sarcástico, uma teoria da constancia? Um tem que pensar ainda mais e observar a conexão com a lei de Coulomb.

A analogia é óbvia e não deve ser explicada mais adiante. Mas é o ponto de partida para a derivação do prefactor algébrica 8 na equação para kappa. Este 8 tem, de acordo com todos os representantes da física teórica, nenhum significado físico, porque resulta do simples fato de que, na parte direita da formula, o tensor métrico, aparece com apenas ½. Na frente dela, temos o tensor de Ricci e os 4 na lei de Coulomb são apenas de 8 a metade (½). Assim é o 8 uma constante absoluta. No original de Einstein, ela não é, pois ele define o tamanho do Chi com 8 a amostra da Terra e como afirma Einstein, é relativo! No entanto surgem outras questões importantes, porque, assim se explica, em teoria, o fato de que a constante gravitacional G é agora relativista:

• Surpreendente! A constante gravitacional relativa? Como é possível que a constante gravitacional seja geralmente referida como uma constante fundamental absoluta no Universo, enquanto que na TRG ela alega ser relativa? O símbolo kappa é utilizado como G em todo o sistema das equações como uma constante absoluta! Como é possível se é relativa?
• Na equação onde resulta o G relativo, tem a cifra 1 acima da línea da fração. É só assim porque não se pode definir esse valor relativo numérico. Porque, então, também é importante dizer o que pode inspirar esse valor, que unidade ele tem. Nada disto existe, em nenhum lugar!
• Da lei gravitacional de Newton e da lei de Coulomb, nascem duas constantes, ou seja, a conhecida constante gravitacional

(valor CODATA)

e a constante do campo elétrico

Pergunta: Como é possível que ambos os valores podem ser utilizados na mesma derivação e dar resultados em um único tamanho? Isso não é possível e ninguém usa os dois valores, e, em vez utiliza o tamanho yO. Qual é o valor numérico, por conseguinte, yO e que ele a define? Ele está longe de ser encontrado!

Com base na qual deve ser capaz de questionar o que lógica tem isso contra decido sistema de equações realmente? Para o próprio Einstein com o tamanho do Chi (X) reconheceu que o G é relativo e tem chamado a Chi constante gravitacional relativa. Em seu trabalho original, ele tem derivado Chi de outros termos relativos e demonstrado no exemplo na Terra.

O 8 surge aqui claramente a partir dos parâmetros dos movimentos reais da Terra

O tamanho de Rho denota o conteúdo de energia cinética e g é a aceleração gravitacional dominante. Todos os três valores são unicamente e exclusivamente válidos para a Terra e numericamente diferem de todos os outros planetas. É evidente que o Chi, depois de uma longa busca, da uma solução da equação da energia! Podemos excluir definitivamente a equação com o kappa! Como cada planeta tem seus parâmetros de movimento específicos kappa não pode ser constante. Especialmente Kappa (Terra-relacionada) calculado em sua totalidade, é em 510
menor do que Chi.

A constante gravitacional, como tal, é uma das quantidades básicas fundamentais para descrever e representar a gravitação e apenas conhecida como medida relativamente pouca precisa. O valor CODATA citado acima é um valor médio fixo, porque, por definição, já revelou uma variedade de medições de precisão sobre a própria Terra que os valores são diferentes. É extremamente difícil medir um valor tão pequeno exatamente, mas é realmente necessário? O G não é constante e muitos cientistas pensam isto. Existe uma possibilidade de calcular a constante gravitacional da Terra com uma precisão de 100%. Claro, isso pode ser exatamente explicado em detalhe, mas a explicação seria muito longe e necessitaria muitas formulas, quebraria o entendimento de isto resumem. O fato é que a constante gravitacional é obtida a partir das velocidades reais dos planetas e com um método relativamente simples. Daqui resulta também que mesmo sobre a terra já importa a localização (latitude e altitude) e gera valores dependente e minimamente diferentes. Uma medição precisa da Universidade de Zurique em 2002 pode ser um exemplo de prova e pode ser calculado. Tem que ser lembrado neste contexto, mais uma vez, um dos fundamentos mais importantes da TRG de Einstein, a saber, o postulado: “As leis da física são as mesmas em todos os sistemas inerciais!” De acordo com a definição de um sistema inercial com a TRG, a Terra é um sistema inercial e cada outro planeta é um outro referencial inercial, mas as mesmas leis da física se aplicam. Isto é confirmado! Mas por causa disto, as equações estão por toda parte idênticas em que apenas os valores numéricos específicos do sistema de inércia serão usados! Todos estes valores conhecidos que eu utilizo provêem da astronomia e por isso resultam constantes gravitacionais extremamente diferentes em outros planetas. Isso pode fornecer a prova adequada de que G não é apenas uma constante, mas tão relativo quanto tudo o resto. E, assim, rompe todo o sistema das equações linearizadas de Einstein, porque G é definida e usada como constante absoluta. A física teórica não pode fornecer a prova que G é absolutamente constante com medições de precisão na Terra, esta evidência implicaria que a medida se efetuaria em outros planetas com resultados idênticos. Este não é o caso até agora e também para o futuro a curto o médio prazo vá ser possível. A constância da G não é uma constante da natureza, mas foi fixada, por definição, como tal (ver axiomática). E, finalmente, G é de fato conhecido como a constante de proporcionalidade e uma pergunta deve ser feita: Proporcional ao quê? Proporcional à massa pelo menos não, porque então ela deveria estar diretamente dependente da sua dimensão numérica. E com isso vem o problema seguinte.

Também neste contexto prova novamente que Einstein estava certo, para a física teórica traz em si – ainda incompletamente – que G e a gravidade são diretamente relacionadas com a velocidade, na qual resultou na suposição de que a gravitação é diretamente relacionada com a velocidade. Eles consideravam o produto da massa de cada corpo celeste, da constante gravitacional e dos movimentos geométricos
associados resulta a equação:

MG = r3 ω2

Combinou muito bem com a lei da gravidade de Newton, mas novamente causou problemas com a TRG. Por um lado, existem problemas significativos no sentido acadêmico de como o conceito de massa pode ser definido com precisão. Há muito mesmo que era conhecido e foi registrado na primavera de 1998, pela Sociedade Alemã de Física (DPG: Deutsche Physikalische Gesellschaft) e sua Associação Didática de Física. Atualmente a massa e o peso são considerados iguais. Segue-se a pergunta sarcástica de quem pesou a Lua ou um planeta? A dimensão numérica da massa, de acordo com Newton, se dá praticamente em ordem inversa da corrente das forças inerciais da rotação. Isso pode ser calculado facilmente. Mas isso é correto? Nenhum planeta está se movendo com a sua rotação orbital, mas sempre e simultaneamente com a sua própria rotação e essas forças de inércia reais e efetivas são simplesmente ignoradas por Newton. Assim, os valores de massa calculados por Newton não podem ser corretos, em qualquer caso, o que pode ser provado matematicamente. Mais uma vez prova ser o que Einstein pensava muito além disso, ao definir a massa relativística baseada na transformação de Lorentz. Ele identificou corretamente que o tamanho numérico da massa está pendente da velocidade. Isto é verdadeiro mesmo que se o seu desempenho emana somente de uma velocidade única e linear. A idéia e a abordagem são corretas, apesar de que não conseguiu encontrar uma solução matematicamente correta com dois ou várias velocidades simultâneas por causa da definição do tempo. Mas este problema pode ser resolvido. Pode ser definido para várias velocidades simultâneas com uma escala de tempo comum, sem inventar coisas novas. A solução foi encontrada por H. Minkowski em 1916 com a definição matemática do tempo imaginário (DTI) e redefinido por S. Hawking (veja números complexos  unidades imaginárias). Infelizmente, até agora, não se podou definir nesta base, uma escala de tempo geralmente aceitada e legitima para vários movimentos simultâneos e, portanto, não se pode resolver o problema da massa relativística. Essa escala pode ser claramente definida e corretamente, numericamente, justificada.

A massa relativística, como tal, não existe mais na física escolar. Ainda desempenha um papel apenas nas ciências da engenharia, porque não conta com as duplas, múltiplas, velocidades. No entanto, a massa como uma unidade de força (N) e peso (kg) é um tamanho relativo! É um fato incontestável, que o mesmo corpo em lugares diferentes tem peso diferente. Isto resulta diretamente da gravidade local realmente efetiva, cujo valor terrestre (9,80665 m/s2) é apenas uma medida relacionada a 45 ° de latitude e do nível do mar e foi determinado como sendo o valor padrão médio. Como esse valor, a nível local o de planeta para planeta é extremamente diferente, os corpos idênticos em condições diferentes apresentam pesos diferentes e claramente uma massa relativa! Que com corpos idênticos e em todas as velocidades a quantidade de matéria permanece constante é conhecido para todos. Portanto o defeito de massa baseado sob a transformação de Lorentz gera muitos mal-entendidos, porque tem uma descrição incorreta e assim não pode ser resolvido. Para definir corretamente uma massa numérica de corpo, temos que utiliza o valor em kg e na quantidade de matéria o peso molecular em acordo com as leais de Avogadro.

E assim também podem explicar-se várias coisas que têm que ver com a gravitação e até à data não podem ser explicadas. Aqui é onde o círculo se fecha e volto agora para a condição prevista e considerada por Einstein como simples (!), que as equações deveriam determinar (definir) completamente o campo gravitacional, ou quase. Até hoje a física acadêmica não conseguiu, pero esta condição é dada.
Própria definição do autor:

> As características de um campo gravitacional resultam do movimento especial dos corpos em rotação e das velocidades resultantes. As simultâneas velocidades angulares do corpo em torno de seu eixo de rotação (a Terra) e o eixo principal (foco) de todo o sistema (Sol) determinam todos os tamanhos e as propriedades dos campos de força. Uma vez que a velocidade angular da rotação circunferências refere-se ao foco de todo o sistema, simultaneamente a interação com o campo sobreposto é dada e definida. <

Com esta definição muito simples, mas também resultam bastante fáceis equações de álgebra normal. Eles são geralmente representados com valores numéricos da Astronomia e produzam resultados exatos, mensuráveis com a realidade. Com estes resultados podem ser calculados, com exatidão de 100%, os valores, por exemplo, da força G constante gravitacional que até agora nem pode ser calculada, mas unicamente mensurá-la! As bases destas equações são precisamente as velocidades angulares simultâneas de todos os planetas e a definição centrífuga. De isto resulta especificamente até mesmo na faixa espacialmente limitada da gravidade, numericamente representada e, portanto, confirma ou postulado correto de Einstein de seu espaço limitado. Mas este é um novo conflito com a física acadêmica que pretende exatamente o oposto, ou seja, as alegações do alcance ilimitado da gravidade descrita por Newton e, ao mesmo tempo afirmam que a Teoria da Relatividade de Einstein é a mais moderna teoria da gravitação!

É altamente questionável se e como qualquer pessoa pode entender esta afirmação tão ilógica.

Além do óbvio, que de acordo com as condições definidas acima de um sistema fundamentalmente diferente das equações é que isso leva somente ao atual método de cálculo um processo inverso. Até agora, o efeito de aceleração da força gravitacional é considerado como uma propriedade inerente da massa em si mesma. É, portanto, a base teórica assume que a gravidade pode existir sem o movimento da matéria (veja a solução de Schwarzschild  Einstein-Rosen-Brücke [ponte das rosas]). Isso é completamente ilógico porque a gravidade interage e, é bem conhecido, pelas forças inerciais. A força de inércia no Cosmos, de existência inegável, obriga que a matéria seja em movimento. Sem movimento, não importa quão grandes as massas sejam, não existe gravidade! Portanto, a gravidade é dependente, como tal, somente pela velocidade da matéria. Isso pressupõe, naturalmente, a existência da matéria, caso contrário, não haveria nada que possa se mover. Mas como as densidades de matéria e as velocidades no Universo são espacialmente diferentes, há também diferentes forças de gravidade. Estas podem ser com o tamanho espacial, as formas geométricas e as propriedades físicas de um campo gravitacional, representadas numericamente. Deste modo, não segue nenhum caos como com alcance ilimitado, mas sim uma ordem cósmica claramente reconhecível, na qual todos os campos de gravidade são sobrepostos com a sua guia de campo hierárquico. O conceito de "guia de campo" foi inventado por Einstein e provou ser correto.

Mas o melhor do sistema de equações proposto é que ele não causa nenhuma contradição ou conflito com o conhecimento empírico da astronomia.
Esta é a principal razão pela qual é tão convincente e sem contradições lógicas. Em particular, irá fornecer uma resposta para a questão do que resultado o impulso inicial de todos os movimentos do Universo. Que todos os planetas, sistemas planetários e as galáxias são em movimento é claramente incontestável. De acordo com a taxa de impulso para este movimento, deve haver um impulso inicial. A partir da expansão do Universo não pode seguir esse impulso, porque os movimentos não são radialmente lineares, mas claramente de movimento de rotação. Nunca pode causar um movimento de expansão um impulso de rotação. No entanto, este pulso de energia rotacional tem uma causa e ele confirmou a justeza que tem a teoria do Big Bang. Claro, é sabido que existem outras teorias que são contrárias à teoria do Big Bang. O problema é que eles não oferecem nenhuma explicação para esse impulso inicial, e também incluem conflitos com o movimento de conservação de energia.

As discussões detalhadas deste resumo áspero aqui são muito volumosas e têm um formato de livro (600 paginais). O texto original é disponível, infelizmente só em
alemão, como um manuscrito.

Autor: Kurt Lange
Tradução: Dipl.- Ing. Ronald Fries
Contato: linro.pzo@gmail.com

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